Konstantinos - Uranus
sexta-feira, 10 de maio de 2024
Guerras Púnicas
sábado, 4 de maio de 2024
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Os temporais obrigaram a retirada de cerca de 3.393 pessoas em mais de 100 municípios do estado (foto: ANSELMO CUNHA / AFP)
sexta-feira, 3 de maio de 2024
sábado, 27 de abril de 2024
Filho de João Cândido rebate Marinha: “meu pai é um herói popular”
'Portugal deveria confrontar seu passado na escravidão', diz presidente português
sexta-feira, 26 de abril de 2024
Reformas de Sólon
Sólon, governador de Atenas, nascido nesta cidade, histórico como legislador e como fundador da democracia e considerado um dos sete sábios da Grécia. De origem nobre, mas de família empobrecida, dedicou-se na mocidade ao comércio, mas ganhou notoriedade ao liderar os atenienses (600 a. C.), na tomada da ilha de Salamina, que se encontrava sob o domínio de Mégara. Nesta época Atenas era dominada por uma aristocracia hereditária, cujos integrantes recebiam o nome de eupátridas, que possuíam as melhores terras e monopolizavam o poder e o sistema imperante se baseava no critério de riqueza.
REVOLTA DE ESPÁRTACUS
Espártaco (ou Spartacus) Espártaco viveu parte de sua vida como pastor e também serviu nas fileiras do exército romano. foi um famoso escravo que viveu entre a civilização romana e contra ela se rebelou, comandando uma revolta que agrupou cerca de 70 mil escravos. Durante três anos, entre 73 e 71 a.C., Espártaco e seus seguidores enfrentaram várias legiões do exército romano, vencendo-as em vários momentos.
Nascido na Trácia, região onde hoje se encontra parte dos territórios da Grécia, da Bulgária e da Turquia, Espártaco tornou-se escravo após ter sido soldado do exército romano e, possivelmente, ter desertado, abandonando as fileiras militares.
Capturado por tropas romanas, foi vendido como escravo em Cápua a Lentulus Batiatus, um ex-legionário e ex-gladiador que ganhava a vida como lanista, um negociante e treinador de gladiadores. As lutas de gladiadores eram apreciadas pela população romana, caracterizada pelas ações guerreiras e violentas contra os povos conquistados, o que possivelmente teria explicado o gosto por espetáculos sangrentos. Espártaco era um desses gladiadores.
Espártaco não aceitou as humilhações e violências cometidas por seu senhor contra os escravos e rebelou-se. Fugiu com vários de seus companheiros de cativeiro, iniciando a formação de um exército de escravos.
O governo romano enviou várias legiões para derrotar e prender Espártaco e os demais escravos. Mas elas foram sucessivamente derrotadas pelos fugitivos. A cada vitória, os escravos conseguiam se armar cada vez mais.
A notícia dos feitos do exército liderado por Espártaco espalhou-se pelo território romano, levando outros escravos a se rebelarem e a juntarem-se a Espártaco. Um imenso exército formou-se. As estimativas apontam que entre 70 e 90 mil escravos lutaram ao lado de Espártaco.
A amplitude de um exército desse tipo pode ser explicada no fato de Roma basear sua organização social no escravismo, impondo essa condição social a inúmeros povos que foram conquistados. As humilhações, violências, condições de trabalho e a perda da vida levaram esses escravos à rebelião.
Suas qualidades morais e militares, além de inteligência e força notáveis, foram apontadas como o que possibilitou a Espártaco liderar tão grande quantidade de pessoas. A luta dos escravos era pela liberdade individual, e não contra o sistema do escravismo.
Os escravos rebelados viviam também de pilhagens feitas em cidades e propriedades de romanos. Nessa função, deslocaram-se por várias partes da Península Itálica. Um dos objetivos era atravessar os Alpes, no norte da península, e, assim, alcançar a Gália e a partir de lá se dispersarem.
Porém, houve discórdias que impediram ações unificadas entre os escravos. Um grupo liderado por Crixus permaneceu no Sul da península e foi dizimado. Espártaco dirigiu-se ao Norte, para atravessar os Alpes, mas voltou para o Sul, derrotando no caminho várias legiões de romanos. Contornando a cidade de Roma, pretendia chegar ao mar e atravessá-lo rumo à Sicília.
Quem faria a travessia seriam piratas com os quais Espártaco havia estabelecido relações. Mas o líder escravo foi traído e seus planos foram informados aos generais romanos. O Senado romano destacou o general Crasso para enfrentar Espártaco. Este buscou negociar uma rendição, mas não foi atendido.
Crasso e seus soldados foram atacados por Espártaco no norte da Lâcania, em 71 a.C. O objetivo do escravo era matar Crasso, mas não conseguiu. O exército de escravos rebeldes foi derrotado. Vários escravos morreram e outros foram novamente levados para o cativeiro. Espártaco provavelmente morreu em batalha.
Outros seis mil escravos foram crucificados ao longo dos 200 quilômetros da Via Ápia de Cápua. O objetivo era atemorizar outros escravos que poderiam querer se rebelar. A história de Espártaco ficou famosa por representar um grande perigo para Roma e também por ser um símbolo da luta contra a exploração e injustiça social.
Por Tales Pinto
Mestre em História
https://escolakids.uol.com.br/historia/revolta-de-espartaco.htm#:~:text=Esp%C3%A1rtaco%20(ou%20Spartacus)%20foi%20um,vencendo%2Das%20em%20v%C3%A1rios%20momentos.